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Grand Tasting 2010, dois dias inesquecíveis para os amantes do vinho!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Foram dois dias de pura emoção para os amantes da bebida de Baco. Dois dias para aprimorar o palato e brindar os sentidos. O local maravilhoso e convidativo que nos recebeu foi a Casa da Fazenda Morumbi.

Nosso evento teve um formato diferenciado das feiras que são feitas no Brasil, sendo um dia para profissionais da área e outro para consumidor final, o que proporcionou a oportunidade de se conhecer uma maior variedade de rótulos, com mais tranqüilidade e sem tumulto nas estações temáticas, inclusive com a possibilidade de se conhecer melhor os produtores.
 
Os vinhos foram separados por ilhas, algumas com temas específicos, outras com produtores exclusivos que vieram prestigiar nossos clientes. Ao todo, foram 13 mesas temáticas e 08 produtores exclusivos, trazendo o que há de melhor de cada região do planeta.
 
Algumas das ilhas arrancaram suspiros, como a de brancos do velho mundo, que tinham produtores como Domaine Weinbach, aclamado como um dos três melhores da Alsacia e que produz seus belos vinhos com a técnica biodinâmica. Outros grandes nomes presentes foram: Amiot Guy de Chassagne Montrachet - a Bouchard é considerado hoje um dos negociantes mais confiáveis da Bourgogne, além de ser um grande proprietário de vinhedos grand cru e 1er cru. O Rhône foi igualmente muito bem representado com o emblemático Châteauneuf-du-Pape do caprichoso Château La Nerthe. Para completar a mesa, um autêntico italiano produzido por Frescobaldi, vinícola com mais de 700 anos de história na Toscana.

E os comentários do Grand Tasting não páram por aqui. Logo eu volto para falar das outras estações e da surpreendente degustação de merlots que tinha o Petrus como estrela maior.

“A grande expressão em qualidade e tipicidade da Cabernet Sauvignon”

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Como sabemos, há sempre uma interrogação sobre os vinhos do Novo Mundo em relação a tipicidade e qualidade de onde a cepa é originaria.

A Cabernet Sauvignon que é originária de Bordeaux, no sudoeste da Franca, uma das viniferas mais difundida em todo o mundo. Seu surgimento é o resultado do cruzamento da Cabernet Franc com a Sauvignon Blanc. Seus taninos sao densos, cor bastante profunda, aromas marcantes de frutas negras, como, cassis, ameixa, amora silvestre e especiarias.  Atinge todo seu potencial no Médoc, onde produz preciosidades como o Latour, Lafite, Mouton, etc…

A Santa Rita, fundada em 1880, foi uma das primeiras vinícolas a plantar cepas francesas no Chile. A Cabernet Sauvignon foi sempre um dos destaques daquele país, sendo reconhecida internacionalmente devido aos excelentes vinhos que produz.
O vale do Maipo, próximo a Santiago, é o melhor terroir para a Cabernet Sauvignon em todo o Chile, em especial no Alto do Jahuel, onde esta instalada a Santa Rita e seus vinhedos mais velhos que tem em média 50 anos sao destinados ao seu ícone o Casa Real.
 
E a melhor notícia: a Grand Cru acaba de adquirir algumas safras especiais direto com os proprietários da bodega. A safra 1995 mostra todo o potencial do solo e clima, destacando-se pela longa guarda e evolução idêntica a dos grandes Bordeaux.
 
Temos disponíveis as safras 1995, 1997, 1998, 1999, 2002, 2003, 2004 e 2005. Uma chance impar de comparar as distintas safras, a evolução e o potencial deste que, sem sombra de duvidas, é o grande Cabernet Sauvignon da America do Sul.

Alvarinho com Bacalhau, uma dica imperdível para a Páscoa

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A casta Alvarinho da região de vinhos verdes, plantada principalmente na sub-regiao de Monção e Melgaco onde atinge elevadíssimo nível de qualidade, produz vinhos com personalidade e caráter.

Suas características minerais, frutadas e muitas vezes cítricas com belíssima acidez e ótima estrutura, fazem deste vinho um dos grandes brancos do mundo.

O Alvarinho Dorado é produto de duas quintas, ambas propriedade da família Dorado: a Quinta do Feital e a Quinta do Dorado situadas em Paderne, Melgaço, em plena região do Alvarinho. Com adega própria, construída em 1996 e inaugurada na colheita de 2000.


Este Dorado Superior é do tipo o que  foi privilegiada a maturidade da fruta para obtenção de um vinho mais estruturado e encorpado. Um branco cheio, fresco e distante dos padrões do Alvarinho comum. É mais parecido com o Albariño galego.


História

Segundo a obra realizada pelo Conde D’Aurora em 1962 intitulada “Itinerário do primeiro vinho exportado de Portugal para a Grã-bretanha”, o primeiro vinho a ser exportado para aquela país não foi o vinho do porto, mas sim o vinho de Monção. Conde D’Aurora refere que existem referências de ingleses estabelecidos em Monção e em Viana do Castelo, onde estava sedeada um importante firma britânica “Hunt Roop Teage & C”, grande importadora de bacalhau e exportadora de vinhos. Segundo José Cerqueira o vinho era transportado pelo rio, partindo da freguesia de Cortes ou Lapela no concelho de Monção, e seguia para Viana onde era trocado por bacalhau. Conde D’Aurora refere que existem referências que em 1353 realizaram-se trocas de vinho verde por bacalhau e em 1678 fornecimento de vinho verde à British Naval Comissioners, na barra de Viana. ( Fonte Wikipédia )

A casta Loureiro

segunda-feira, 8 de março de 2010

A Casta ( uva ) Loureiro é largamente cultivada na região dos Vinhos Verdes, porém é originaria do vale do rio Lima. É muito produtiva e fértil, recentemente foi considerada uma casta nobre.
Os cachos são grandes e não muito compactos, os bagos são médios e de cor amarela ou esverdeadas. Os vinhos produzidos com a casta Loureiro possuem acidez elevada, aromas florais e frutados.
Alem de produzir vinhos monovarietais, também é utilizada em vinhos de cortes, onde é combinada com Trajadura e Arinto.

Sinônimos da casta Loureiro:
Loureira ou Branco Redondo no conselho da Povoa de Varzim;
Dourado em Viana do Castelo;
Marques nos conselhos de Paco de Ferreira, Santo Tirso e Caminha

Na Grand Cru temos dois exemplares maravilhosos produzidos com esta nobre casta o Quinta do Ameal fermentado e envelhecido em cubas de aço inox, e o Quinta do Ameal Escolha fermentado e envelhecido por seis meses em tonéis de carvalho novo francês.