A casta Alvarinho da região de vinhos verdes, plantada principalmente na sub-regiao de Monção e Melgaco onde atinge elevadíssimo nível de qualidade, produz vinhos com personalidade e caráter.
Suas características minerais, frutadas e muitas vezes cítricas com belíssima acidez e ótima estrutura, fazem deste vinho um dos grandes brancos do mundo.
O Alvarinho Dorado é produto de duas quintas, ambas propriedade da família Dorado: a Quinta do Feital e a Quinta do Dorado situadas em Paderne, Melgaço, em plena região do Alvarinho. Com adega própria, construída em 1996 e inaugurada na colheita de 2000.
Este Dorado Superior é do tipo o que foi privilegiada a maturidade da fruta para obtenção de um vinho mais estruturado e encorpado. Um branco cheio, fresco e distante dos padrões do Alvarinho comum. É mais parecido com o Albariño galego.
História
Segundo a obra realizada pelo Conde D’Aurora em 1962 intitulada “Itinerário do primeiro vinho exportado de Portugal para a Grã-bretanha”, o primeiro vinho a ser exportado para aquela país não foi o vinho do porto, mas sim o vinho de Monção. Conde D’Aurora refere que existem referências de ingleses estabelecidos em Monção e em Viana do Castelo, onde estava sedeada um importante firma britânica “Hunt Roop Teage & C”, grande importadora de bacalhau e exportadora de vinhos. Segundo José Cerqueira o vinho era transportado pelo rio, partindo da freguesia de Cortes ou Lapela no concelho de Monção, e seguia para Viana onde era trocado por bacalhau. Conde D’Aurora refere que existem referências que em 1353 realizaram-se trocas de vinho verde por bacalhau e em 1678 fornecimento de vinho verde à British Naval Comissioners, na barra de Viana. ( Fonte Wikipédia )

